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PALESTIROS E ISRAERAIDES AÉREOS
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Mensagem PALESTIROS E ISRAERAIDES AÉREOS 
A PRIMEIRA VERDADE:

No fim da II GM, os vencedores da guerra viram necessidade de encontrar uma terra para os judeus que andavam a vaguear pelo mundo sem pátria. Por razões históricas, encontraram-na na região da actual Palestina.

Um milhão de Palestinos foi expulso pela força das armas, da sua própria terra, deixando para trás os seus haveres e raízes para dar lugar a ISRAEL, pátria dos Judeus. Os judeus fundaram alí a sua pátria e relegaram os palestinos a uma aldeiazinha a que chamam «Autoridade». Nem país é! Os Palestinos quando querem urinar, tem que pedir «dálicença» a Israel.

Há 60 anos que é assim! Israel é uma Potência bélica no Oriente Médio, graças aos E.U.A e R.U que dispensam a custo zero todo o material bélico que israel solicita. Desde «caças» a simples granadas... para os políticos garantirem votos no senado. A comunidade judaica nos E.U.A é riquíssima e garante votos no Senado.

A SEGUNDA VERDADE:

Acho que toda gente já percebeu que a guerra entre ISRAEL e PALESTINA jamais terá fim. Só se ISRAEL mudar de terra! Isso, como é óbvio, é impossível! Já houve entre ambos mais de 50 acordos de cessar-fogo, que se revela temporário, período em que os militantes dos movimentos pró-palestina se armam para voltar a resistir pouco tempo depois.

A TERCEIRA VERDADE

OBAMA não tem nenhum plano consistente para acabar com a guerra. Esta já existia muito antes de ele nascer. Esta guerra serve interesses que estão muito acima das capacidades de qualquer presidente americano. Bill Clinton e sua Administração foram quem mais apoio bélico prestou a Israel para subjugar a palestina.


A QUARTA VERDADE

SIM! Sou pró-Palestina e depois?



celso_manhica@hotmail.com

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Quinta verdade: Israel é o unico pais democratico da região. Todos os paises arabes são ditaduras medievais.

Sexta verdade: o judeu trabalha, inventa, e as suas competencias são reconhecidas no mundo inteiro. O arabe é preguiçoso, e não inventou nada desde ha séculos.

Sétima verdade: a mulher arabe é escrava do homem, cobre-se como um saco de batatas, e so figura em quarta posição social (1° o homem, 2° o cavalo, 3° o burro, 4° a mulher). A mulher judia é livre, e não precisa do homem para se sustentar.

Oitava verdade: o arabe é culturalmente masoquista, e é por isso que so compreende uma linguagem, a da porrada. E essa a principal razão de levar periodicamente no focinho.

Nona verdade: o judeu não faz como o arabe que mete bombas nos autocarros, e envia kamicazes explodirem-se no meio da população civil.

Décima verdade: como o arabe não tem capacidades para encontrar uma solução inteligente para a situação, e como o judeu não esta interessado em ir embora de Israel, so vejo um paliativo: que as palestinianas abandonem a tradição de parir como coelhos, de maneira a extingir progressivamente aquele excesso de população entalada como sardinhas numa lata de conserva. Entretanto, que parem de chatiar o resto do mundo.

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Mensagem Tribunal Penal Internacional pode surpreender Israel 
O Tribunal Penal Internacional (TPI), com sede na cidade holandesa de Haia, pode abrir um inquérito formal dos crimes de guerra cometidos por Israel na Faixa de Gaza, durante a ofensiva do mês de Janeiro de 2009, de acordo com o jornal britânico The Guardian de hoje. Na sexta-feira terminou uma missão de investigacao da Liga Árabe na Faixa de Gaza. A missão, chefiada pelo antigo relator das Nações Unidas para os territórios palestinos, John Dugard, prometeu avaliar e denunciar as violações dos direitos humanos cometidas pelo Exército israelita, nomeadamente o bombardeamento durante longo tempo e sem discernimento das populações civis, hospitais e escolas. A missão da Liga Árabe também investigou os frequentes ataques do Hamas com mísseis artesanais ao sul de Israel.

O TPI é competente para investigar, acusar e julgar suspeitos de crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídio, mas apenas de Estados que tenham ratificado o seu tratado fundador. Israel não é signatário do Tratado de Roma de 1998, mas o procurador poderá investigar as denúncias de crimes de guerra se para tal for mandatado pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas ou se Israel reconhecer temporariamente a sua competência. Os 21 dias da ofensiva israelita contra Gaza provocam a morte de 1300 palestinianos, na sua maioria civis, entre eles centenas de crianças. Mais de 5.300 palestinianos foram feridos, segundo o Ministério da Saúde palestino. Entre as acções militares investigadas pela missão da Liga Árabe está o ataque contra uma escola gerida pelas Nações Unidas, em Jabaliya, que provocou a morte de 40 civis que ali estavam refugiados. - A investigacao preliminar do procurador do TPI, Luis Moreno Ocampo, (em curso desde 5 de Fevereiro de 2009) inclua entre outros investigações sobre o lançamento de bombas de fósforo branco, cujo uso é proibido em zonas com concentrações de civis. O inquérito baseia se no artigo 51, parágrafo 5 do primeiro Protocolo Adicional das Convenções de Genebra, que rege a protecção da população civil afectada por conflitos armados. Israel não assinou os protocolos adicionais das Convenções de Genebra, mas o TPI agiu.

(Fontes: The Guardian, Hareetz, agencias)

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O presidente do Sudão, Omar al-Bachir, que é um gajo muito simpatico, que respeita a democracia, que so é acusado de crimes contra a humanidade e crimes de guerra (uma guerra contra as populações negras, que ja fez 300 mil vitimas), o que não é nada pois Hitler fez pior, também ele é do lado dos palestinianos do Hamas contra Israel.
Vamos então explicar aos judeus que se outros grandes humanistas do estilo de Omar al-Bachir tomam esta posição, eles so tem que aceitar que o Hamas ou o Hezbolah, e os seus grandes combatentes que cometem atentados contra a população civil (o que é perfeitamente normal, visto que essa gente é judia), e sem reação.
Logica de arabe, claro...

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Mensagem Procurador do TPI está avaliando os crimes de guerra em Gaza 
O procurador do Tribunal Penal Internacional (TPI), o argentino Luis Moreno Ocampo, afirmou que analisa iniciar uma investigação sobre Israel por crimes de guerra após a morte de mais de 1.400 palestinos na Faixa de Gaza durante a ofensiva militar israelita, realizada entre Dezembro e Janeiro. Em entrevista publicada neste domingo no jornal argentino "Perfil", Moreno Ocampo disse que ainda não decidiu se realizará a investigação, mas ressaltou que "há a possibilidade" de que isso ocorra. "Estamos avaliando o tema. Estamos em uma fase de análise", afirmou. O procurador do TPI, responsável pelo processo que culminou com a ordem de detenção do presidente do Sudão, Omar al-Bashir, nesta quarta-feira, afirmou que analisa as denúncias entregues por Ali Khasan, ministro da Justiça da ANP (Autoridade Nacional Palestina).

(Fontes: http://www.diarioperfil.com.ar , Agencias)

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Mensagem EUA pretendem desvalorizar relatório sobre crimes de guerra 
Richard Falk, relator especial das Nações Unidas para a situação dos direitos humanos nos territórios ocupados por Israel, disse ontem que há provas de que Israel cometeu crimes de guerra na Faixa de Gaza. Em seu relatório para o Conselho de Direitos Humanos, Falk considerou a ofensiva militar israelita desproporcional e que os soldados agiram "com ânsia de vingança". Falk conclui que as operações militares de Israel na Faixa de Gaza não estavam legalmente justificadas e foram crimes contra a humanidade. Os ataques do Exercito de Israel ferem a 4ª Convenção de Genebra primeiramente porque punem colectivamente os palestinos residentes em Gaza, não fazendo distinção entre alvos civis e combatentes. "Se não for possível fazê-lo, os ataques constituíram um crime de guerra de grande magnitude sob o direito internacional", sublinhou Falk. No seu relatório o professor norte-americano de Direito acusou Israel de ter usado armas pesadas e armas proibidas em zonas densamente povoadas por civis. “Os ataques eram dirigidos contra áreas densamente povoadas, era em certo ponto inevitável e, claro, previsível, que hospitais, centros educativos e religiosos e sedes da ONU fossem atingidas pelos bombardeamentos israelitas, e que se registrassem várias vítimas civis", declarou. Falk também acusou Israel de "negação de refúgio" por não permitir que os civis fugissem de Gaza. Pode se tratar de "um novo tipo de crime contra a humanidade”, adiantou. Durante as operações militares de Israel na Faixa de Gaza, entre 28 de Dezembro e 18 de Janeiro, morreram 1.434 palestinos, entre eles 960 civis, das quais 288 foram crianças e 121 mulheres. Outros 5.303 palestinos ficaram feridos, dos quais 1.606 são crianças e 828 mulheres. Falk propõe a ONU uma investigação organizada por "três ou mais respeitados especialistas em leis internacionais de direitos humanos e lei criminal internacional", que reúna "todo o espectro das violações cometidas tanto pelas Forças Armadas israelitas como pelo Hamas".

Poucas horas após a divulgação do relatório das Nações Unidas a administração de Barack Obama acusou Falk de parcialidade. "Já expressamos em várias ocasiões nossas preocupações a respeito das opiniões do relator especial sobre este tema", declarou o porta-voz do Departamento de Estado, Robert Wood. "Concluímos que as opiniões do relator são qualquer coisa, menos imparciais", acrescentou. "Consideramos que elas são parciais, e o dissemos claramente". Os Estados Unidos sabem que não poderão impedir uma eventual investigação, reconheceu Wood. No entanto, "se esse tipo de investigação acontecer, deve ser imparcial", argumentou. Enquanto o presidente americano procura desvalorizar o relatório da ONU, seu principal aliado na região continua a violar as suas obrigações internacionais no quadro das convenções de Genebra, no sentido de possibilitar a livre circulação de ajuda humanitária, de alimentos, medicamentos, electricidade e de combustíveis. Os postos fronteiriços de Karni e Rafah continuam encerrados pela circulação de pessoas e mercadorias, o que piorou o desemprego e a crise humanitária na Faixa de Gaza. Os activistas dos direitos humanos qualificam o bloqueio de 1,5 milhão de palestinos como uma “punição colectiva” da população civil, em flagrante violação do direito internacional. Actualmente cerca de 80 por cento da população de Gaza dependente da ajuda externa.

(Fontes: Agencias)

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Mensagem Soldados israelitas denunciam crimes de guerra 
Soldados do Exército israelita (IDF), que participam da ofensiva na faixa de Gaza, denunciam violações graves dos Direitos Humanos, incluindo "crimes de guerra", cometidos contra civis durante os confrontos com militantes do Hamas. As declarações anónimas de 45 soldados foram feitas à organização Breaking the Silence (Quebrando o Silêncio), uma organização de veteranos israelitas. Em um relatório divulgado ontem (15 de Julho) pela organização a partir dos relatos, os soldados relatam sobre uma “atmosfera permissiva” no comando do Exército, que agiu “sem qualquer escrúpulos morais” e não distingui entre civis e combatentes do Hamas. Os testemunhos afirmam ainda que os soldados teriam recebido ordens de abrir fogo contra qualquer prédio ou pessoa suspeita. Os soldados teriam afirmado também que escudos humanos eram usados em buscas realizadas em prédios suspeitos. Segundo eles, o vandalismo contra propriedades palestinas foi frequente durante a ofensiva. Um dos relatos afirma que os soldados eram ensinados que "em guerras urbanas, qualquer um é inimigo, não há inocentes".

O Exército de Israel negou esta manhã as acusações e qualificou os depoimentos anónimos como rumores sem credibilidade. "O Exército de Israel lamenta que outra organização de direitos humanos tenha divulgado um relatório baseado em depoimentos anónimos e generalizados, sem investigação ou credibilidade", afirmou a porta-voz do IDF, Avital Leibovich. "Esperamos que qualquer soldado com alguma alegação procure as autoridades apropriadas", disse ela. Os militares afirmam que tentaram ao máximo garantir a segurança dos civis. Alguns dos relatos dos soldados da organização “Quebrando o Silêncio” realmente citam que, em algumas operações, os soldados distribuíam panfletos para alertar os civis para abandonarem áreas que seriam invadidas. Ambos lados concordam que o número das vítimas palestinas mortos durante a ofensiva passa dos 1.100. Destes, o Exército de Israel afirma que 300 seriam civis, mas um grupo de defesa dos direitos palestinos estima que esse número possa chegar a 900. Uma investigação interna do Exército de Israel afirma que as tropas actuam dentro da lei, apesar de assumir que erros foram cometidos durante a ofensiva.

Ao contrário da avaliação do Exército, um relatório da Amnistia Internacional (AI), divulgado no 2 de Julho de 2009, afirma que Israel cometeu crimes de guerra e promoveu uma destruição indiscriminada sem precedentes durante sua ofensiva militar na faixa de Gaza no começo de 2009. Mas o relatório da AI acusou também o Hamas, de ter cometido crimes contra a humanidade durante os ataques registrados entre 28 de Dezembro de 2008 e 18 de Janeiro de 2009. A AI pediu aos diversos Estados que iniciam processos por "crimes de guerra" e "detenham os supostos autores". Houve relatorios semelhantes da Human Rights Watch, bem como de agências das Nações Unidas.

(Fontes: shovrimshtika.org, amnesty.org, hrw.org, The United Nations fact finding mission, agencias)

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Mensagem Faixa de Gaza é uma prisão israelita 
O bloqueio israelita à faixa de Gaza, desde há dois anos, provocou uma "crise de dignidade humana" no território, segundo um relatório do Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários (OCHA) da ONU divulgado ontem. O cerco, em que Israel encerrou 1,5 milhões de pessoas numa das zonas do mundo mais densamente povoadas, "degradou as condições de vida, prejudicou as fontes de rendimentos e causou um declínio gradual do estado das infra-estruturas e da qualidade dos serviços básicos nas áreas da saúde, água e educação", assegura o relatório.

Segundo o OCHA, entram agora em Gaza apenas 20% dos produtos relativamente ao período antes do bloqueio, enquanto as exportações a partir do território foram praticamente suspensas, com excepção das flores e dos morangos. A escassez de produtos e de rendimento obrigou os residentes a irem alterando gradualmente a sua dieta, com prejuízo das proteínas. 1.265.000 dos habitantes de Gaza dependem hoje da ajuda internacional, segundo a Agência das Nações Unidas para os Refugiados (UNRWA). O cerco israelita à faixa de Gaza provocou a perda de 120.000 empregos do sector privado e tem obrigado a população a viver com cortes de electricidade de entre quatro a oito horas diárias. Nos exames do último ano lectivo, só 20 por cento dos alunos do secundário ficaram aprovados a disciplinas como matemática, ciência, inglês e árabe. O relatório assinala que "a negação do direito dos palestinianos a abandonarem Gaza, em particular quando as suas vidas, integridade física ou liberdades básicas estão ameaçadas, é outro componente chave da crise de dignidade humana".

Durante a ofensiva militar israelita contra o movimento radical Hamas, que controla a Faixa de Gaza, em Dezembro de 2008 e Janeiro deste ano, os palestinianos não puderam fugir e morreram cerca de 1.400 pessoas, na sua maioria civis e 333 deles crianças. Os ataques provocaram a destruição de 3.540 habitações e danificaram cerca de 3.000 outras. Cerca de 20 000 pessoas continuam deslocadas. As restrições impostas por Israel em relação ao movimento de pessoas e bens "limita a capacidade das partes interessadas para fazer frente às imensas necessidades" da reconstrução, considera ainda a OCHA. O bloqueio israelita à faixa de Gaza constitua uma flagrante violação da Quarta Convenção de Genebra de 1949, que no seu artigo 33 estabelece: "Não se castigará nenhuma pessoa protegida por infracções que não tenha pessoalmente cometido. São proibidos os castigos colectivos, bem como toda a medida de intimidação ou de terrorismo. São proibidas as medidas de represália contra as pessoas protegidas e os seus bens".

(Fontes: http://www.un.org/apps/news/story.asp?NewsID=31779&Cr=Gaza&Cr1= , agencias)

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Mensagem Israel cometeu crimes de guerra, mas o Hamas não é inocente 
A comissão pelos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que investigou possíveis violações dos direitos humanos na última ofensiva militar de Israel na faixa de Gaza, concluiu que as acções que foram levadas a cabo constituem crimes de guerra e possivelmente crimes contra a humanidade", afirmou ontem em Nova Iorque o presidente da comissão, o sul-africano Richard Goldstone, na apresentação de um relatório preliminar sobre o ocorrido durante os combates entre 27 de Dezembro de 2008 e 18 de Janeiro de 2009. A versão final do relatório será apresentada no fim do mês.

Israel utilizou força desproporcionada e violou o direito humanitário internacional durante a ofensiva que desencadeou no Inverno passado contra a Faixa de Gaza, refere o documento. O Exercito de Israel "não tomou as precauções necessárias exigidas pelo direito internacional para limitar a perda de vidas humanas, os ferimentos a civis e os danos materiais", acrescenta o relatório, citando como exemplos tiros de obus com fósforo branco contra instalações da agência da ONU encarregue dos refugiados palestinianos (UNRWA) e ataques intencionais aos hospitais de Al-Qods e Al-Wafa. A investigação de 36 incidentes específicos demonstrou que na maioria dos casos, os militares israelitas ignoraram o princípio fundamental do direito internacional de "distinguir" entre objectivos civis e militares. O relatório faz acusações semelhantes aos grupos armados palestinianos do Hamas pelo lançamento indiscriminado de mísseis contra o sul de Israel, sem distinção entre civis e combatentes. O relatório recomenda ao Conselho de Segurança da ONU que obrigue o Estado israelita e as autoridades de Gaza a darem informações sobre as investigações que fizeram e, caso isso não aconteça no prazo de seis meses, exorta a que a investigação seja transferida para o Tribunal Penal Internacional.

O Ministério de Negócios Estrangeiros de Israel reagiu com críticas ao relatório. O Ministério declarou em um comunicado que a comissão pelos Direitos Humanos da Organização da ONU ignorou"os milhares de ataques de mísseis do Hamas contra civis no sul de Israel que fizeram necessária a operação em Gaza" (ataques realmente mencionados no terceiro parte do relatório, no subtítulo “XXIV. THE IMPACT ON CIVILIANS OF ROCKET AND MORTAR ATTACKS BY PALESTINIAN ARMED GROUPS ON SOUTHERN ISRAEL”).

(Fontes: Agencias)

Aqui esta o relatório da comissão pelos Direitos Humanos da ONU.
http://www2.ohchr.org/english/bodies/hrcouncil/specialsession/9/docs/UNFFMGC_Report.pdf
As conclusões começam na pagina 520 de 575 paginas

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Mensagem O vice-primeiro-ministro israelita teme de ser detido 
O vice-primeiro-ministro israelita, Moshe Yaalon, cancelou ontem uma visita ao Reino Unido, por temer ser detido por "crimes de guerra" enquanto foi chefe de Estado Maior das Forças Armadas israelitas, entre 2002 e 2005, informou fonte do gabinete do governante. Em causa está a pretensão de organizações israelitas e internacionais de defesa dos direitos humanos que querem julgar Moshe Yaalon pelo massacre de Gaza, em 2002, no qual morreu Salah Chehaden, chefe militar do movimento islâmico Hamas, 14 civis, oito dos quais crianças. – Moshe Yaalon possivelmente tem razão de temer a sua detenção em Londres. No 16 de Outubro de 1998 já foi detido o ditador chileno, Augusto Pinochet, enquanto estava internado numa clínica londrina. Pinochet esteve preso no Reino Unido por 503 dias graças de um pedido de extradição ordenado pelo juiz espanhol Baltasar Garzón, que acusou o ditador chileno de ter cometido genocídio e crimes contra a humanidade.

O vice-primeiro-ministro israelita, que deveria participar num jantar de recolha de fundos a favor dos soldados israelitas, foi desaconselhado pelo departamento jurídico do Ministério dos Negócios Estrangeiros a viajar. De acordo com o porta-voz de Moshe Yaalon, citado pela Agence France-Presse (AFP), o ministro cancelou a viagem a viagem a Londres por não estar disponível para "entrar no jogo da propaganda anti-israelita". "Estamos perante uma campanha para de deslegitimação que começou com o dossier Chehadeh e continuou com o relatório da Comissão Goldstone", acrescentou a mesma fonte, fazendo referência ao relatório das Nações Unidas que acusa Israel de ter cometido "crimes de guerra bem como crimes contra a humanidade" durante as operações militares em Gaza entre o 27 de Dezembro e o 18 de Janeiro de 2009. No mes de Setembro organizações israelitas de defesa dos direitos humanos apelaram ao próprio governo e Justiça para que iniciarem um inquérito criminal contra os responsáveis pelos crimes citados. “O Conselho de Segurança e outros órgãos da ONU devem tomar as medidas necessárias para garantir que as vítimas recebam a justiça e a reparação que lhes é devida, e que os responsáveis pelas violações de direitos humanos não fiquem impunes”, declarou recentemente também Donatella Rovera da Amnistia Internacional (AI). “Se Israel e o Hamas não realizarem investigações dignas de crédito em um período estabelecido e limitado, o Conselho de Segurança deve remeter as conclusões do relatório da Comissão Goldstone ao procurador do Tribunal Penal Internacional (TPI)”, adiantou a representante da AI.

(Fontes: Agence France-Presse, outras agencias, AI)

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Mensagem Relatório Goldstone aprovado por larga maioria 
O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas adoptou na manhã de ontem as conclusões do Relatório Goldstone, que acusa tanto Israel como o movimento palestiniano Hamas de terem cometido crimes de guerra durante a última ofensiva na faixa de Gaza. Vinte e cinco dos 47 países representados no organismo votaram a favor da resolução apresentada pelos palestinianos. Seis países (incluindo os EUA, a Hungria, a Itália, os Países Baixos, a Eslováquia e a Ucrânia) votaram contra o documento e onze abstiveram-se. O Reino Unido e a França recusaram participar na votação, o que se deve às pressões exercidas pelo primeiro-ministro israelita.

O relatório, divulgado no mês passado, recomenda que o Conselho de Segurança das Nações Unidas entregue o caso ao Tribunal Penal Internacional se, no prazo de seis meses, Israel ou a Autoridade Palestiniana não conduzirem investigações apropriadas às atrocidades que lhes são imputadas. O magistrado Goldstone detectou inúmeras violações dos direitos humanos cometidas pelas duas partes durante as três semanas da ofensiva, lançada por Israel para pôr fim ao disparo de “rockets” contra o seu território, e que causou a morte de mais de 1400 palestinianos, na sua maioria civis.

Israel repudiou as conclusões de Goldstone e avisou que a continuação deste processo na ONU poderá enterrar as esperanças de um reinício das negociações de paz promovidas pela Casa Branca. "Israel rejeita a resolução parcial adoptada hoje, em Genebra, pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, e pede que todos os Estados responsáveis também o repudiem", afirma um comunicado divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros. A Autoridade Palestiniana já se congratulou com a decisão, dizendo esperar que “o relatório seja agora levado ao Conselho de Segurança”. Também o Hamas diz esperar que “a votação conduza a um processo contra os líderes da ocupação”.

(Fontes: agencias)

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Mensagem Conflito diplomático entre Londres e Telavive 
Na terça-feira Israel reagiu com raiva à notícia do jornal britânico “The Guardian”, de que um magistrado do tribunal de Westminster tinha emitido um mandado de captura contra Tzipi Livni, por alegados crimes de guerra cometidos durante a ofensiva na Faixa de Gaza do ano passado, quando era ministra dos Negócios Estrangeiros no gabinete do primeiro-ministro Ehud Olmert e membro do gabinete israelita de Segurança. De acordo com o “The Guardian”, o tribunal de magistrados de Westminster emitiu seu mandado de captura ao pedido dos advogados de um grupo pró-palestiniano, que defendem os interesses de algumas das vítimas dos bombardeios na Faixa de Gaza, onde vivem 1,5 milhão de palestinos. O tribunal de Westminster suspendeu o mandato de captura mais tarde, para possibilitar um discurso da Senhora Livni em Londres, mas a actual líder da oposição já tinha cancelado a sua visita ao Reino Unido. Durante a ofensiva de 22 dias contra o Hamas, morreram cerca de 1.400 palestinianos. O governo britânico não apoia estas acções judiciais e declarou estar a estudar formas de "evitar casos semelhantes no futuro". Antes, já o antigo chefe do Exército Moshe Yalon e o ex-responsável dos serviços secretos, Avi Dichter, tenham cancelado viagens por medo de detenções. Em 2005, um general reformado regressou a Israel sem sair do avião em Londres depois de ter sido avisado de que existia um mandado contra si, lembrou o “The Guardian”. O ministro da Informação do Estado de Israel declarou, na terça-feira, que as relações diplomáticas entre os dois países podem sair prejudicadas. Yuli Edelstein disse que “não se trata do primeiro caso” e que “vai acabar por influenciar as boas relações”. “Não aceitaremos uma situação em que Ehud Olmert, Ehud Barak e Tzipi Livni sejam levados ao banco dos réus”, adiantou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. "Não aceitamos que os nossos soldados, que defendem bravamente os cidadãos de Israel contra um inimigo cruel, sejam considerados criminosos de guerra", sublinhou. Foi pela segunda vez em menos de três meses que a justiça britânica emitiu um mandado de captura contra um político israelita.

(Fontes: agencias, The Guardian, Londres)

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